Na última sexta-feira (26/6/2015) viu-se uma enxurrada de manifestações nas redes sociais, após a aprovação do casamento homossexual nos EUA. Favoráveis e "modistas" colorirão suas fotos de perfil, enquanto os não-favoráveis e alguns que não estavam nem aí, colocaram sua opinião a respeito. No fim algumas reclamações de ambas as partes. Eu fui um dos que critiquei, não os apoiadores, mas alguns "modistas" que sei que mudam de opinião conforme a tendencia, para parecer "politicamente correto", para não diferir de uma maioria.
Hoje estou escrevendo para deixar minha opinião a respeito e sei que serei taxado de todos os títulos existentes de preconceito. Mas antes de me julgar, peço que leia os argumentos, mesmo que difira da tua opinião, mesmo que creias ter argumentos melhores que o meu. Respeito quem pensa diferente, e quero que minha opinião seja respeitada.
Começarei sendo extremamente polêmico, com uma única frase, depois explicarei cada parte dela:
Eu tenho orgulho de ser um homem de pele clara,católico e heterossexual.
Pronto em uma só frase posso ser acusado de machista por ter orgulho de ser homem, de "racista" pela afirmação da cor de pele, de intolerante religioso por declarar minha religião e de "homofóbico" por me orgulhar de ser heterossexual.
Porém é o que ouvimos sempre das pessoas que dizem sofrer preconceitos. Elas dizem ter orgulho de ser negro, pardo, índio, de ser mulher, de ser de determinada religião, fazem marcha do "orgulho gay". Acho bom, acho válido e muito importante a pessoa ter orgulho do que é, de suas escolhas de suas convicções. Mas é preciso respeitar as diferenças para o outro lado também, pensar que só porque o outro não tem as mesmas opiniões, mesmo gosto, mesma opção sexual que você, por essa pessoa não ser do seu gênero ou da mesma "cor" que você, só porque ela é diferente não quer dizer que ela seja preconceituosa, não quer dizer que ela seja contra você ou o que você quer representar. Igualdade de direitos não quer dizer que todos tem que ser iguais ou que um grupo por se sentir menosprezado ou ser "minoria" precisa ter vantagens. Criar vantagens, regras para um grupo é desfazer a igualdade e começar a criar mais segregações. É difícil desfazer as diferenças que se criou com os anos? Sim é, mas não é criando mais diferenças que vamos resolver o problema. Por que criar cotas se somos todos iguais? Não é criando novas diferenças que vamos resolver as antigas.
Assim como não é dizendo para meninos e meninas que, mesmo fisicamente diferente, eles são iguais em "gênero" que se resolve preconceitos com opção sexual. Para que isso? Quem apoia essas cartilhas e orientações de "teorias ou teologias" de gênero, afirma que a pessoa já nasce homossexual. Se assim é, por que não deixar nossas crianças serem crianças, criar meninos como meninos, meninas como meninas e quando for o momento que sigam seus caminhos? Para que afrontarem casais, profanarem objetos religiosos em suas manifestações? Assim que pregam igualdade, se afrontam quem difere de sua opinião? Passou da hora de termos mais orgulho de sermos seres humanos, de sermos todos iguais e de nos tratarmos com respeito, respeitando as diferenças para sermos respeitados.
Pensamos diferente, temos opiniões diferentes, e eu não poderia terminar o texto de hoje sem dar a minha opinião: Sou contra o casamento homossexual.
Sim, sou contra, não apenas porque minha religião é contra, mas pelo próprio significado do casamento para mim. Para começar, considero o casamento civil mera formalidade burocrática, tanto que considero a data do meu casamento a data do casamento religioso. Visão minha, opinião minha, então do ponto de vista religioso nunca poderia haver uma casamento homo afetivo.
Uniões civis estão corretíssimas. Se duas pessoas estão juntas, dividem uma vida, nada mais justo que garantir os direitos aplicáveis a tal situação.
Mas casamento é diferente, é mais que assinar um papel e estar juntos, é formar uma família, e por escolha ou vontade divina ter ou não filhos dessa união homem-mulher, não corporal simplesmente, mas de almas. Adoção é válido, claro, podem adotar e em certos casos cuidar muito melhor que muitos casais héteros. Sim concordo, mas mesmo assim sempre dependerão de um homem e uma mulher para que essa vida seja gerada, mesmo se quiserem fazer fertilização (algo que sou tão contra quanto), precisarão de doação ou de um homem ou de uma mulher para tal.
Posso ser criticado por minhas opiniões, mas é preciso respeitar, mesmo que discorde. Por isso, caso discorde de alguma coisa, peço que deixe mais do que sua simples opinião e sim seus argumentos.
Somos todos iguais e todos temos nossas diferenças de opiniões. Mas todos somos seres humanos e devemos ser tratados com tal, sem ônus ou bônus de qualquer tipo, seja pela condição econômica, tom de pele, opção sexual ou religiosa. Seja pelo motivo que for, temos que ter orgulho de estarmos vivos e de nos respeitarmos uns aos outros, independente de nossas opiniões. Sempre.
Opiniões, comentários e assuntos do momento, diretamente da cabeça de um escritor errante porque não para no meio do caminho e também erra.
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Carta: Passado, presente e futuro
Estou há muito tempo para lhe escrever. Na verdade, diversas vezes mentalizei tudo que escreveria a ti, mas na hora que parava para fazê-lo, as ideias se embaralhavam e nada conseguia sair.
Hoje apenas parei e comecei a escrever, sem tentar me lembrar do que imaginava escrever. Simplesmente parei o que estava fazendo e vim dar vida a essas linhas sem imaginar por onde começar ou como terminar. Deixar fluir, como sempre deveria fazer.
Estive remexendo em velhas pastas de arquivos e encontrei muita coisa que acreditava estar perdida. Fiquei feliz em encontrar, fiquei feliz em relembrar histórias antigas, coisas pelo que passei, muitas que havia trancado em algum lugar de minha mente e de meu coração. Me senti transportado de novo para aqueles momentos, vivendo as alegrias e tristezas de outrora, sorrindo e segurando o choro, este nem sempre tão intenso por saber hoje que o desfecho não fora tão trágico quanto o pensado na ocasião.
Incrível a capacidade de selecionarmos as lembranças e guardar bem lá no fundo algumas sejam elas boas ou ruins. E então ficamos com o que sentimos muitas vezes consolidado em cima de lembranças guardadas e basta um clique para que lembremos de tudo, cada capítulo, cada emoção, as conquistas e derrotas de cada dia. Tudo aquilo que nos formou e moldou para sermos o que somos hoje.
Valeu a pena? "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena (...)". Fernando Pessoa escreveu esses versos com muita propriedade, ressaltando que quem quer passar para o caminho das alegrias, das conquistas , tem que passar também pela dor e dificuldades.
E no fim, acho que passei por tudo isso. Mudaria alguma coisa? É bem sábio e poético dizer que se passasse por todos os momentos faria tudo igual porque aprendeu muito e blá blá blá. Mas a verdade não é essa, nem poderia ser. Com a sabedoria de hoje não conseguiria dar os mesmos passos que dei antes, nem os certos nem os errados. Possivelmente acertaria em muitos pontos onde errei, e cometeria novos erros, outros acertos e muita coisa seria distinta.
E assim seria um grande paradoxo se pensarmos em destino. Se determinado acontecimento fosse "predestinado" por mais diferente que agíssemos, no fim convergiria para ele, sem mudanças drásticas. Se destino a gente que constrói, acabaríamos construindo um novo, diferente e não necessariamente mais feliz ou mais triste, apenas diferente.
Mas o que nos daria a segurança de interagir (se possível fosse) com nosso próprio passado sem medo? O mesmo que me inspirou a começar a escrever hoje: as lembranças. E também a ausência delas, pois o que nos impediria de interagir plenamente seria a simples comparação com o caminho seguido antes. Então, se tivéssemos a sabedoria e a maturidade, sem todas as lembranças de cada consequência a curto, médio e longo prazo, nos entregaríamos plenamente a essa utopia de reviver o passado, não para corrigi-lo e sim para vivermos com a intensidade não vivida por falta de sabedoria.
Assim seria possível seguir conforme a canção: "(...)E vivermos o futuro não o passado (...)". Viver o passado é triste, remoer tristezas, arrependimentos, saudades. O melhor é usar o passado como sabedoria para novos capítulos, com velhos e novos personagens, nessa grande história que é nossa vida, um filme sem roteiro definido, sem contra-regra para nos lembrar das falas, sem ensaio. Um filme gravado no dia a dia e ao vivo, sem chance de reencenar as falhas. Quem sabe um dia não possam inventar uma máquina que permita o "remake" dos "melhores momentos"? Seria bom, mas até lá vamos viver cada dia com a intensidade que pudermos, sem medo de ser feliz, sem deixar para outro dia a palavra que deve ser dita, deixar para outro dia o que deve ser feito. Por quê? Porque hoje pode ser o grande dia, o dia "Gran Final" de nossa história, e pode ser que um dia a ciência possibilite voltar no tempo, mas voltar dos mortos... Só no apocalipse zumbi!
Findo aqui está carta e esse texto com a forma como muitos acreditam que terminará o mundo. Para mim não, para mim o fim será o dia em que não mais puder escrever para ti e você não puder mais ler o que escrevo. Nesse dia terei certeza que meu coração parou de bater, por não ser mais necessário.
Porque o que era, continua sendo e sempre será. Coma graça de Deus.
Hoje apenas parei e comecei a escrever, sem tentar me lembrar do que imaginava escrever. Simplesmente parei o que estava fazendo e vim dar vida a essas linhas sem imaginar por onde começar ou como terminar. Deixar fluir, como sempre deveria fazer.
Estive remexendo em velhas pastas de arquivos e encontrei muita coisa que acreditava estar perdida. Fiquei feliz em encontrar, fiquei feliz em relembrar histórias antigas, coisas pelo que passei, muitas que havia trancado em algum lugar de minha mente e de meu coração. Me senti transportado de novo para aqueles momentos, vivendo as alegrias e tristezas de outrora, sorrindo e segurando o choro, este nem sempre tão intenso por saber hoje que o desfecho não fora tão trágico quanto o pensado na ocasião.
Incrível a capacidade de selecionarmos as lembranças e guardar bem lá no fundo algumas sejam elas boas ou ruins. E então ficamos com o que sentimos muitas vezes consolidado em cima de lembranças guardadas e basta um clique para que lembremos de tudo, cada capítulo, cada emoção, as conquistas e derrotas de cada dia. Tudo aquilo que nos formou e moldou para sermos o que somos hoje.
Valeu a pena? "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena (...)". Fernando Pessoa escreveu esses versos com muita propriedade, ressaltando que quem quer passar para o caminho das alegrias, das conquistas , tem que passar também pela dor e dificuldades.
E no fim, acho que passei por tudo isso. Mudaria alguma coisa? É bem sábio e poético dizer que se passasse por todos os momentos faria tudo igual porque aprendeu muito e blá blá blá. Mas a verdade não é essa, nem poderia ser. Com a sabedoria de hoje não conseguiria dar os mesmos passos que dei antes, nem os certos nem os errados. Possivelmente acertaria em muitos pontos onde errei, e cometeria novos erros, outros acertos e muita coisa seria distinta.
E assim seria um grande paradoxo se pensarmos em destino. Se determinado acontecimento fosse "predestinado" por mais diferente que agíssemos, no fim convergiria para ele, sem mudanças drásticas. Se destino a gente que constrói, acabaríamos construindo um novo, diferente e não necessariamente mais feliz ou mais triste, apenas diferente.
Mas o que nos daria a segurança de interagir (se possível fosse) com nosso próprio passado sem medo? O mesmo que me inspirou a começar a escrever hoje: as lembranças. E também a ausência delas, pois o que nos impediria de interagir plenamente seria a simples comparação com o caminho seguido antes. Então, se tivéssemos a sabedoria e a maturidade, sem todas as lembranças de cada consequência a curto, médio e longo prazo, nos entregaríamos plenamente a essa utopia de reviver o passado, não para corrigi-lo e sim para vivermos com a intensidade não vivida por falta de sabedoria.
Assim seria possível seguir conforme a canção: "(...)E vivermos o futuro não o passado (...)". Viver o passado é triste, remoer tristezas, arrependimentos, saudades. O melhor é usar o passado como sabedoria para novos capítulos, com velhos e novos personagens, nessa grande história que é nossa vida, um filme sem roteiro definido, sem contra-regra para nos lembrar das falas, sem ensaio. Um filme gravado no dia a dia e ao vivo, sem chance de reencenar as falhas. Quem sabe um dia não possam inventar uma máquina que permita o "remake" dos "melhores momentos"? Seria bom, mas até lá vamos viver cada dia com a intensidade que pudermos, sem medo de ser feliz, sem deixar para outro dia a palavra que deve ser dita, deixar para outro dia o que deve ser feito. Por quê? Porque hoje pode ser o grande dia, o dia "Gran Final" de nossa história, e pode ser que um dia a ciência possibilite voltar no tempo, mas voltar dos mortos... Só no apocalipse zumbi!
Findo aqui está carta e esse texto com a forma como muitos acreditam que terminará o mundo. Para mim não, para mim o fim será o dia em que não mais puder escrever para ti e você não puder mais ler o que escrevo. Nesse dia terei certeza que meu coração parou de bater, por não ser mais necessário.
Porque o que era, continua sendo e sempre será. Coma graça de Deus.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
PADRE ZEZINHO RESPONDE A UM EVANGÉLICO MAL INFORMADO.
Reproduzo hoje um texto de um caso que aconteceu há um tempinho. Que sirva de esclarecimento para aqueles que não entendem nem respeitam a admiração de nós, católicos, por Maria Santíssima, Nossa Senhora, mãe de Deus e nossa.
"Maria não pode nada.
Menos ainda as imagens dela que vocês adoram.
Sua Igreja continua idólatra.
Já fui católico e hoje sou feliz porque só creio em Jesus.
Você, com suas canções é o maior propagador da idolatria Mariana.
Converta-se enquanto é tempo, senão você vai para o inferno com suas canções idólatras..."
Paulo Souza, São Paulo - SP.
RESPOSTA ENVIADA PELO PADRE ZEZINHO
Paulo.
Paz no Cristo que você acha que achou!
Sua carta chega a ser cruel.
Em quatro páginas você consegue mostrar o que um verdadeiro evangélico não deve ser.
Seus irmãos mais instruídos na fé sentiriam vergonha de ler o que você disse em sua carta contra nós católicos e contra Maria.
O irônico de tudo isso é que enquanto você vai para lá agredindo a Mãe de Jesus e diminuindo o papel dela no cristianismo, um número enorme de evangélicos fala dela, hoje, com o maior carinho e começa a compreender a devoção dos católicos por ela.
Você pegou o bonde atrasado e na hora errada e deve ter ouvido pastores errados, porque, entre os evangélicos, tanto como entre nós católicos, Maria é vista como a primeira cristã e a figura mais expressiva da evangelização depois de Jesus.
Eles sabem da presença firme e fiel de Maria ao lado do Filho Divino.
Evangélico hoje, meu caro, é alguém que pautou sua vida pelos evangelhos e por isso respeita os outros e não nega Maria.
Pode haver diferenças, mas para ser um bom evangélico não é preciso agredir nem os católicos nem a Mãe de Jesus.
Você é muito mais antimariano do que cristão ou evangélico.
Seu negócio é agredir Maria e os católicos.
Nem os bons evangélicos querem gente como você no meio deles.
Quanto ao que você afirma, que nós adoramos Maria, sinto pena de você. Enquanto católico, segundo você mesmo afirma, já não sabia quase nada de Bíblia por culpa da nossa Igreja, agora que virou evangélico parece que sabe menos ainda de Bíblia, de Jesus, de Deus e do Reino dos Céus.
Está confundindo culto de veneração com culto de adoração, está caluniando quem tem imagens de Maria em casa ao acusá-los de idólatras.
Ora, Paulo, há milhões de católicos que usam das imagens e sinais do catolicismo de maneira serena e inteligente.
Se você usava errado teria que aprender.
Ao invés disso foi para outra Igreja aprender a decidir quem vai para o céu e quem vai para o inferno. Tornou-se juiz da fé dos outros.
Deu um salto gigantesco em seis meses, de católico tornou-se evangélico, pregador de sua Igreja e já se coloca como a quarta pessoa da Santíssima Trindade, porque está decidindo quem vai para o céu e quem vai para o inferno.
Mais uns dois anos e talvez, de lá do alto de sua sabedoria eterna, talvez dê um golpe de Estado no céu e se torne a primeira pessoa.
Então talvez, mande Deus vir avisar quem você vai pôr no céu ou no inferno.
Sua carta é pretensiosa.
Sugiro que estude mais evangelismo e, em poucos anos, estará escrevendo cartas bem mais fraternas e bem mais serenas do que esta. Desejo de todo coração que você encontre bons pastores evangélicos.
Há muitíssimos homens de Deus nas Igrejas evangélicas que ensinarão a você como ser um bom cristão e como respeitar a religião dos outros. Isso você parece que perdeu quando deixou de ser católico.
Era um direito que você tinha: procurar sua paz.
Mas parece que não a encontrou ainda, a julgar pela agressividade de suas palavras.
Quanto a Maria, nenhum problema: é excelente caminho para Jesus.
Até porque, quem está perto de Maria, nunca está longe de Jesus.
Ela nunca se afastou.
Tire isso por você mesmo.
Se você se deu ao trabalho de me escrever uma carta para me levar a Jesus, e se acha capaz disso, imagine então o poder da Mãe de Deus!
De Jesus ela entende mais do que você.
Ou, inebriado com a nova fé, você se acha mais capaz do que ela?
Se você pode sair por aí escrevendo cartas para aproximar as pessoas de Jesus, Maria pode milhões de vezes mais com sua prece de mãe.
Ela já está no céu e você ainda está por aqui apontando o dedo contra os outros e decidindo quem vai ou quem não vai para lá.
Grato por sua carta.
Mostrou-me porque devo lutar pela compreensão entre as Igrejas.
É por causa de gente como você.
(Pe. Zezinho, scj)
"Maria não pode nada.
Menos ainda as imagens dela que vocês adoram.
Sua Igreja continua idólatra.
Já fui católico e hoje sou feliz porque só creio em Jesus.
Você, com suas canções é o maior propagador da idolatria Mariana.
Converta-se enquanto é tempo, senão você vai para o inferno com suas canções idólatras..."
Paulo Souza, São Paulo - SP.
RESPOSTA ENVIADA PELO PADRE ZEZINHO
Paulo.
Paz no Cristo que você acha que achou!
Sua carta chega a ser cruel.
Em quatro páginas você consegue mostrar o que um verdadeiro evangélico não deve ser.
Seus irmãos mais instruídos na fé sentiriam vergonha de ler o que você disse em sua carta contra nós católicos e contra Maria.
O irônico de tudo isso é que enquanto você vai para lá agredindo a Mãe de Jesus e diminuindo o papel dela no cristianismo, um número enorme de evangélicos fala dela, hoje, com o maior carinho e começa a compreender a devoção dos católicos por ela.
Você pegou o bonde atrasado e na hora errada e deve ter ouvido pastores errados, porque, entre os evangélicos, tanto como entre nós católicos, Maria é vista como a primeira cristã e a figura mais expressiva da evangelização depois de Jesus.
Eles sabem da presença firme e fiel de Maria ao lado do Filho Divino.
Evangélico hoje, meu caro, é alguém que pautou sua vida pelos evangelhos e por isso respeita os outros e não nega Maria.
Pode haver diferenças, mas para ser um bom evangélico não é preciso agredir nem os católicos nem a Mãe de Jesus.
Você é muito mais antimariano do que cristão ou evangélico.
Seu negócio é agredir Maria e os católicos.
Nem os bons evangélicos querem gente como você no meio deles.
Quanto ao que você afirma, que nós adoramos Maria, sinto pena de você. Enquanto católico, segundo você mesmo afirma, já não sabia quase nada de Bíblia por culpa da nossa Igreja, agora que virou evangélico parece que sabe menos ainda de Bíblia, de Jesus, de Deus e do Reino dos Céus.
Está confundindo culto de veneração com culto de adoração, está caluniando quem tem imagens de Maria em casa ao acusá-los de idólatras.
Ora, Paulo, há milhões de católicos que usam das imagens e sinais do catolicismo de maneira serena e inteligente.
Se você usava errado teria que aprender.
Ao invés disso foi para outra Igreja aprender a decidir quem vai para o céu e quem vai para o inferno. Tornou-se juiz da fé dos outros.
Deu um salto gigantesco em seis meses, de católico tornou-se evangélico, pregador de sua Igreja e já se coloca como a quarta pessoa da Santíssima Trindade, porque está decidindo quem vai para o céu e quem vai para o inferno.
Mais uns dois anos e talvez, de lá do alto de sua sabedoria eterna, talvez dê um golpe de Estado no céu e se torne a primeira pessoa.
Então talvez, mande Deus vir avisar quem você vai pôr no céu ou no inferno.
Sua carta é pretensiosa.
Sugiro que estude mais evangelismo e, em poucos anos, estará escrevendo cartas bem mais fraternas e bem mais serenas do que esta. Desejo de todo coração que você encontre bons pastores evangélicos.
Há muitíssimos homens de Deus nas Igrejas evangélicas que ensinarão a você como ser um bom cristão e como respeitar a religião dos outros. Isso você parece que perdeu quando deixou de ser católico.
Era um direito que você tinha: procurar sua paz.
Mas parece que não a encontrou ainda, a julgar pela agressividade de suas palavras.
Quanto a Maria, nenhum problema: é excelente caminho para Jesus.
Até porque, quem está perto de Maria, nunca está longe de Jesus.
Ela nunca se afastou.
Tire isso por você mesmo.
Se você se deu ao trabalho de me escrever uma carta para me levar a Jesus, e se acha capaz disso, imagine então o poder da Mãe de Deus!
De Jesus ela entende mais do que você.
Ou, inebriado com a nova fé, você se acha mais capaz do que ela?
Se você pode sair por aí escrevendo cartas para aproximar as pessoas de Jesus, Maria pode milhões de vezes mais com sua prece de mãe.
Ela já está no céu e você ainda está por aqui apontando o dedo contra os outros e decidindo quem vai ou quem não vai para lá.
Grato por sua carta.
Mostrou-me porque devo lutar pela compreensão entre as Igrejas.
É por causa de gente como você.
(Pe. Zezinho, scj)
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Depende de nós
"Hoje levantei cedo pensando no que
tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou
ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou
agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou
me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar
graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem
me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou
agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico
ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me
entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso
ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para
ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar
forma.
Tudo depende só de mim."
Charles Chaplin.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Babilônia…
Trago hoje para vocês um texto para refletirmos um pouco do que vem acontecendo em nosso país e no mundo como um todo.
"Infelizmente mentes ímpias querem ressuscitar Babilônia! Agora made in Brasil! O nome desta famosa cidade bíblica se refere também à torre de Babel. Em Babilônia havia cinquenta e três templos pagãos onde perdurava o sincretismo. Sob o comando de Nabucodonosor (uma espécie de Hitler da época) Babilônia destruiu a Cidade Santa de Jerusalém em 597 a.C.
Falando de grosso modo, pensando no Apocalipse, este título faz referência à prostituição, entendida com seus crimes e pecados cometidos contra Deus e seus filhos. O próprio livro explica o significado secreto de Babilônia: “A grande Babilônia, mãe de todas as prostitutas e de todas as pessoas imorais do mundo”( Ap 17, 5).
O que dizer de duas senhoras de oitenta e seis anos se beijando? Babilônia!
Cenas casuais de sexo e assassinato? Babilônia!
Golpe do baú e traição? Babilônia!
Triangulo amoroso e prostituta de luxo? Babilônia!
Público pronto? Tratar com naturalidade? Espaço para o amor? Romance sério? Noite feliz? Beijo gay de terceira idade?
Não! Isto não pode ser amor nem aqui nem no inferno! Felicidade? Jamais! Romance? Decadência! Naturalidade? Monstruosidade!
Que público? Espaço? Nos nossos lares? Só quem for conivente e babilônico! Somente daqueles que já transformaram suas igrejas domésticas e santuários da vida em torres de babel!
De fato, este é outro golpe baixo do baú do diabo que vem com toda sujeira, corrupção e decadência do mal deste mundo jogando na sala da tua casa, na tua cara e na cara dos teus filhos.
Que decadência, católico! Que decadência, evangélico! Que decadência, homem e mulher de boa índole!
Em um momento tão crítico da história deste país, Babilônia e Big Brother não podem nos trazer luz, paz e esperança.
Desperta povo! Deus destruiu Babilônia! Não permita que ela seja levantada com o material e mão de obra do Brasil! Não precisamos de Babilônia! Queremos Jerusalém! Queremos ordem e progresso!
Queremos Deus e os valores autênticos e imortais! Queremos o amor e a paz! Queremos a segurança, o respeito e a prosperidade completa!
Unidos pelo Avivamento da nova Jerusalém e pela destruição da nova Babilônia!"
"Encontro minha alegria na Vossa Palavra, como a de quem encontra um imenso tesouro".
(Sl 118, 162)
"Infelizmente mentes ímpias querem ressuscitar Babilônia! Agora made in Brasil! O nome desta famosa cidade bíblica se refere também à torre de Babel. Em Babilônia havia cinquenta e três templos pagãos onde perdurava o sincretismo. Sob o comando de Nabucodonosor (uma espécie de Hitler da época) Babilônia destruiu a Cidade Santa de Jerusalém em 597 a.C.
Falando de grosso modo, pensando no Apocalipse, este título faz referência à prostituição, entendida com seus crimes e pecados cometidos contra Deus e seus filhos. O próprio livro explica o significado secreto de Babilônia: “A grande Babilônia, mãe de todas as prostitutas e de todas as pessoas imorais do mundo”( Ap 17, 5).
O que dizer de duas senhoras de oitenta e seis anos se beijando? Babilônia!
Cenas casuais de sexo e assassinato? Babilônia!
Golpe do baú e traição? Babilônia!
Triangulo amoroso e prostituta de luxo? Babilônia!
Público pronto? Tratar com naturalidade? Espaço para o amor? Romance sério? Noite feliz? Beijo gay de terceira idade?
Não! Isto não pode ser amor nem aqui nem no inferno! Felicidade? Jamais! Romance? Decadência! Naturalidade? Monstruosidade!
Que público? Espaço? Nos nossos lares? Só quem for conivente e babilônico! Somente daqueles que já transformaram suas igrejas domésticas e santuários da vida em torres de babel!
De fato, este é outro golpe baixo do baú do diabo que vem com toda sujeira, corrupção e decadência do mal deste mundo jogando na sala da tua casa, na tua cara e na cara dos teus filhos.
Que decadência, católico! Que decadência, evangélico! Que decadência, homem e mulher de boa índole!
Em um momento tão crítico da história deste país, Babilônia e Big Brother não podem nos trazer luz, paz e esperança.
Desperta povo! Deus destruiu Babilônia! Não permita que ela seja levantada com o material e mão de obra do Brasil! Não precisamos de Babilônia! Queremos Jerusalém! Queremos ordem e progresso!
Queremos Deus e os valores autênticos e imortais! Queremos o amor e a paz! Queremos a segurança, o respeito e a prosperidade completa!
Unidos pelo Avivamento da nova Jerusalém e pela destruição da nova Babilônia!"
Pe. Eduardo Braga
"Encontro minha alegria na Vossa Palavra, como a de quem encontra um imenso tesouro".
(Sl 118, 162)
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Uma semana depois
Um semana depois da morte do Dr. Jaime Gold, a facadas enquanto pedalava na Lagoa, trago para vocês um texto que me foi enviado, do qual desconheço a autoria, mas traz toda indignação de nós trabalhadores, nós humanos que ao contrário dos criminosos, não temos direitos, pois os "direitos humanos" em nosso país só funciona para defender os criminosos, nunca nós que somos vítimas e estatísticas apenas.
Segue o texto:
"Jaime era medico e trabalhava em hospital universitário.
Atendia a população pobre, num hospital em ruínas porque acreditava na educação médica de qualidade como instrumento importante para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Morreu porque desafiou a realidade atual, de total abandono, onde o criminoso é tratado como vítima dos 500 anos de colonização errada... Balela.
Não, Jaime não terá cruzes na praia de Copacabana,.
Não, nenhum favelado vai tacar fogo em ônibus nem fechar com barricadas a curva do Calombo, onde Jaime foi covardemente atacado.
Não, Dilma não ficou estarrecida e sequer vai ligar para a família de Jaime para uma palavra de conforto.
Jaime, cidadão brasileiro, pagava seus impostos em dia.
Jaime sou eu, é você. Jaime somos todos que antes desconfiávamos, mas agora temos certeza, que esse país deu totalmente ERRADO."
Conhecia há anos o Dr. Jaime, ele fazia parte de uma equipe de médicos que trabalhava na clínica que faço meu checkup anual. Conversador, boa gente, simpático o suficiente para não querermos esganá-lo quando aumentava a velocidade e inclinação da esteira para disparar nosso coração no teste ergométrico.
Oro para que sua morte não tenha sido em vão, como tantas outras, que toda comoção que se gerou não dissipe tão facilmente. Chega de impunidade, chega de termos medo nas nossas cidades. Não pedimos muito, só queremos viver com a certeza que chegaremos inteiros em nossos locais de trabalho, escolas e depois em nossas casas. E que estejamos seguros nesses locais também.
Li outro dia que teremos um busto de "nosso traficante" condenado e morto na Indonésia. Será que teremos um busto do Dr Jaime, que crime nenhum cometeu mas foi assassinado? Não teremos, assim como não tivemos nem uma lágrima falsa por parte de nossa presidANTA.
Oro que neste momento ele possa estar na presença de Deus, pedindo a Ele por nós.
Dr. Jaime Gold, desculpe o trocadilho, mas do jeito que vivemos ele vem bem calhar: que o senhor descanse em paz, e se Deus permitir, muito tempo sem nós.
sábado, 23 de maio de 2015
Seis anos...
Horas passam, dias passam, anos passam. E já se passaram seis anos desde o dia em que pela primeira vez a vi, ambos calejados, receosos, mas que não se deixaram abater ou paralisar, e naquele dia ali estávamos.
Não, não vou escrever minha visão daquele dia, não hoje, pois não é dia para histórias, apenas para lembranças.
Sim, lembrar o quanto passamos nesses seis anos, o quanto aprendemos um com o outro e com o mundo a nosso redor, às vezes cedendo um pouco, outras avançando mais que gostaríamos, tudo para que pudéssemos andar na mesma frequência, para encontrarmos a frequência comum. Não importa se certa ou errada, era a nossa frequência que encontrávamos, em meio à dúvidas e precauções, fomos nos permitindo conhecer o outro e se dar a conhecer também.
No fim, fomos nos permitindo amar e ser amados, perdendo o medo de sofrer com isso, aprendendo a confiarmos mais do que um no outro, mas em especial no que sentíamos.
Aprendemos a sonhar, mas não buscar uma vida de sonhos. Não somos perfeitos (por mais que um de nós beire a perfeição, e não sou eu), e na nossa imperfeição vamos nos completando. Nem sempre concordamos, pensamos igual, mas nem por isso brigamos, porque respeitamos nossas diferenças. Nem todas palavras que dizemos são de amor, mas sempre são respeitosas. Nem todas as expressões são de alegria ou afeto, mas sabemos como quebrá-las. Temos nossos momentos de carinho, nossos momentos apaixonados, sim temos os momentos que são nossos. Mas também temos o momentos que temos de viver o mundo a nossa volta, e este nem sempre é alegre, nem sempre é perfumado, é apenas a vida real fora do nosso mundinho.
A realidade do amor, do verdadeiro compromisso é essa: viver apaixonado, amar é lindo, um mundo perfeito, mas existe um mundo real a nosso redor e temos que juntos viver nele, nos seus altos, baixos, nos acontecimentos inesperados, tantos os bons, ou ruins. Não basta ter consciência disto, é preciso realmente aprender,
E aprendi, e aprendo cada dia um pouco mais, principalmente a ser apenas eu mesmo e não como eu acho que deveria ser ou deveria agir. Pois sendo quem sou, foi que naquele dia 23 de maio de 2009 encontrei pela primeira aquela que mudaria minha vida, e também quem sou. Quem somos.
Neste dia especial quero deixar duas mensagens:
A todos os que amam (ou acham que amam): espero que essas linhas te façam refletir o valor do que sentes, e também o tamanho. Possas ver que sonhar faz bem, mas procurar viver sonhando apenas pode te levar a decepções. Sonhe, mas realize e tenha ciência da vida real.
A minha amada: Não preciso de mais palavras a não ser um grande obrigado. Não por ti, o pelo que fazes, por teu amor, nada disso. Te agradecer pelo que sou, és e somos juntos, por tudo que aprendemos nesses anos, tudo que construimos e por tanto que ainda temos por aprender e construir. Não será fácil, porque nada na vida real é fácil. Mas juntos conseguiremos, como temos feito, com dias de bom humor, outros nem tanto, dias com problemas e soluções. Mas no fim, tudo se resolvendo no silêncio de nosso abraço ou no simples olhar bobo, num beijo de boa noite.
Não, não vou escrever minha visão daquele dia, não hoje, pois não é dia para histórias, apenas para lembranças.
Sim, lembrar o quanto passamos nesses seis anos, o quanto aprendemos um com o outro e com o mundo a nosso redor, às vezes cedendo um pouco, outras avançando mais que gostaríamos, tudo para que pudéssemos andar na mesma frequência, para encontrarmos a frequência comum. Não importa se certa ou errada, era a nossa frequência que encontrávamos, em meio à dúvidas e precauções, fomos nos permitindo conhecer o outro e se dar a conhecer também.
No fim, fomos nos permitindo amar e ser amados, perdendo o medo de sofrer com isso, aprendendo a confiarmos mais do que um no outro, mas em especial no que sentíamos.
Aprendemos a sonhar, mas não buscar uma vida de sonhos. Não somos perfeitos (por mais que um de nós beire a perfeição, e não sou eu), e na nossa imperfeição vamos nos completando. Nem sempre concordamos, pensamos igual, mas nem por isso brigamos, porque respeitamos nossas diferenças. Nem todas palavras que dizemos são de amor, mas sempre são respeitosas. Nem todas as expressões são de alegria ou afeto, mas sabemos como quebrá-las. Temos nossos momentos de carinho, nossos momentos apaixonados, sim temos os momentos que são nossos. Mas também temos o momentos que temos de viver o mundo a nossa volta, e este nem sempre é alegre, nem sempre é perfumado, é apenas a vida real fora do nosso mundinho.
A realidade do amor, do verdadeiro compromisso é essa: viver apaixonado, amar é lindo, um mundo perfeito, mas existe um mundo real a nosso redor e temos que juntos viver nele, nos seus altos, baixos, nos acontecimentos inesperados, tantos os bons, ou ruins. Não basta ter consciência disto, é preciso realmente aprender,
E aprendi, e aprendo cada dia um pouco mais, principalmente a ser apenas eu mesmo e não como eu acho que deveria ser ou deveria agir. Pois sendo quem sou, foi que naquele dia 23 de maio de 2009 encontrei pela primeira aquela que mudaria minha vida, e também quem sou. Quem somos.
Neste dia especial quero deixar duas mensagens:
A todos os que amam (ou acham que amam): espero que essas linhas te façam refletir o valor do que sentes, e também o tamanho. Possas ver que sonhar faz bem, mas procurar viver sonhando apenas pode te levar a decepções. Sonhe, mas realize e tenha ciência da vida real.
A minha amada: Não preciso de mais palavras a não ser um grande obrigado. Não por ti, o pelo que fazes, por teu amor, nada disso. Te agradecer pelo que sou, és e somos juntos, por tudo que aprendemos nesses anos, tudo que construimos e por tanto que ainda temos por aprender e construir. Não será fácil, porque nada na vida real é fácil. Mas juntos conseguiremos, como temos feito, com dias de bom humor, outros nem tanto, dias com problemas e soluções. Mas no fim, tudo se resolvendo no silêncio de nosso abraço ou no simples olhar bobo, num beijo de boa noite.
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